Acabaram o Castelão
“Quem foi a reinauguração do estádio Plácido Castelo como eu, no amistoso do Brasil deve lembrar com saudades dos banheiros impecáveis, da organização para entrar e sair, dos ingressos com cadeiras enumeradas, das moças bonitas que colocaram para orientar os torcedores, na facilidade de comprar ingresso…ahh tempo bom, será que volta?” O comentário é do leitor Alcion, no post passado, que nos provoca uma reflexão. Lembro que, após a reinauguração, eram cadeiras numeradas, banheiros limpos, bom gramado, sinalização. Foi uma melhora acentuada em relação a antes. Mas cadê isso? Como deixaram o Castelão voltar à quase ruína. Onde estão as catracas eletrônicas que não funcionam? Será bem as banheiras dos vestiários ainda funcionam? E os banheiros? Por que deixaram acabar? O placar eletrônico que já era ruim, agora nem existe mais. Coisas que não entendo. Uma administração fez a reforma, deixou quase tudo bonitinho, faltando alguns acabamentos e, agora, outra gestão sequer continuou a obra. Fez pior: deixou deteriorar o que havia sido feito.
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Outro dia, conversando com um administrador do estádio, ele contou-me que uma torneira daquelas com sensor, existente nos banheiros do estádio, custam em torno de R$ 90,00. O problema é que tem “torcedor” que vai ao estádio levando ferramenta e leva para casa algumas. Putz!
Outra coisa é o número de cadeiras quebradas. Para quebrar aquilo ali tem que querer mesmo, já que são bem resistentes. Até onde vai a má educação do torcedor? Não tô aqui tirando a responsabilidade dos administradores desta e de outras praças esportivas, mas também é preciso levar isto em conta.